A comissão processante que investiga a conduta de Júnior Rodrigues (PR) em denúncia por crime político-administrativo deve “tirar o pé do acelerador” durante período conturbado na Casa de Leis.

Com o imbróglio das sessões de julgamento dos vereadores afastados judicialmente, Marcelo Mourão (PRP), presidente da comissão, disse ao Dourados News que vai realizar os procedimentos com calma, mas dentro do prazo.

A comissão tem até 31 de agosto para apresentar o parecer à Mesa Diretora da Casa.

Júnior Rodrigues ainda não foi ouvido, apesar de já ter sido notificado para apresentar a defesa no caso. As testemunhas também não foram apresentadas à comissão. Acusação e defesa podem sugerir até 10 nomes cada uma.

A denúncia foi recebida pela Câmara há um mês e acusa Júnior Rodrigues, ex-líder do governo no parlamento, de crime político-administrativo.

A autora, a ex-vereadora Virgínia Magrini, se baseou em relatório da CGU (Controladoria Geral da União) que aponta Rodrigues como suposto influenciador em contrato da Funsaud (Fundação de Saúde de Dourados) com lavanderia que pertence a um amigo do parlamentar.