Joana Batista, 41, morta na tarde desta segunda-feira (7/1) em Ponta Porã, na fronteira com o Paraguai, estaria tentando deixar a cidade. Diversos boletins de ocorrência registrados por ela recentemente serão investigados por policiais civis do SIG (Setor de Investigações Gerais).

O ataque aconteceu na Avenida Brasil, uma das principais vias do município.

Conforme o Conesul News, ela estava na companhia do filho, de 15 anos, que também foi baleado, mas não corre risco de morte.

Várias malas com objetos pessoais da vítima foram encontradas no interior do carro.

Joana foi executada por pistoleiros que chegaram próximo do carro em uma motocicleta e realizaram vários disparos em direção ao veículo. A arma usada foi uma pistola 9mm.