Moradores de Aquidauana, a 140 quilômetros de Campo Grande, ficaram intrigados com luzes que apareceram no céu da cidade na noite desta quarta-feira (15). No vídeo, é perceber que as luzes piscam em sequência, como se estivesse se locomovendo.

“Eram várias luzes, como se fosse um círculo. Iam piscando e apagando, como se estivessem indo para frente”,  “Presenciei uma coisa muito estranha, eram várias luzes, até difícil de se explicar. Quando se deslocavam a última apagava e acendia outra na frente”, disse um morador ao site O Pantaneiro. Até o momento não há explicação sobre as luzes.

Em maio do ano passado, relatos de campo-grandenses nas redes sociais descreveram luzes estranhas no céu. Uma usuária do Facebook comentou ter visto luzes estranhas no céu durante a madrugada do dia 11 de maio do ano passado.

Ela afirmou ter certeza de que não se tratava de um avião ou helicóptero. “Meu filho não dormiu a noite toda, fiquei olhando para janela de madrugada e vi umas luzes muito estranhas. Nem no banheiro eu queria ir sozinha”, brinca. Segundo ela conta, as luzes passavam na horizontal.

Óvni do Morenão

Relatos de óvnis vistos no céu não são novidade na Capital. Ainda em 1982, uma história ficou conhecida quando um objeto cruzou o céu sobre o Estádio Morenão em uma partida entre Operário e Vasco, na chamada Taça Ouro.

O Galo vencia o time carioca, quando as luzes apareceram sobre o estádio. Com luzes fortes e silencioso, o objeto passou não chegou a ser registrado, mas se tornou uma lenda conhecida na cidade.

Chuva de meteoros

Em relação as luzes que apareceram no céu de Campo Grande, em maio do ano passado, o monitor do Clube de Astronomia Carl Sagan, da Casa da Ciência UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), Dener Augusto, disse na época que a explicação mais provável para as luzes vistas pelos moradores é a chuva de meteoros. “Esta questão de luzes acendendo e apagando também pode ser explicada pela chuva porque quando um meteoro entra na atmosfera da Terra, ele começa a queimar e pedaços dele se soltam até entrar totalmente na atmosfera”.